Journal of Health, Education and Practice
https://revista.facpp.edu.br/index.php/rfpp
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; margin-left: 14.1732pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"><span style="color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"><span style="font-family: arial, sans-serif;">O Journal of Health, Education and Practice constitui-se como um espaço científico voltado à integração entre saúde, educação e prática, valorizando produções que articulem pesquisa aplicada, inovação pedagógica, metodologias ativas, empreendedorismo e tecnologias educacionais. Promove uma visão multi, inter, intra e transdisciplinar, incentivando a construção colaborativa do conhecimento e o diálogo entre diferentes áreas, sempre pautado em princípios éticos indissociáveis da ciência.</span></span></p> <p dir="ltr" style="line-height: 1.38; margin-left: 14.1732pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"> </p> <p dir="ltr" style="line-height: 1.38; margin-left: 14.1732pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"><span style="font-family: arial, sans-serif;"><span style="color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">Multidisciplinar por natureza, abrange empreendedorismo, </span><span style="color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">ciência, tecnologia, e inovação e educação</span><span style="color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"> nas áreas da saúde, buscando contribuir para o aprimoramento das práticas profissionais e para o fortalecimento da formação em saúde. Em formato exclusivamente digital, de acesso aberto e gratuito, amplia o alcance e a democratização da produção científica. </span></span></p> <p dir="ltr" style="line-height: 1.38; margin-left: 14.1732pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"> </p> <p dir="ltr" style="line-height: 1.38; margin-left: 14.1732pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"><span style="color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"><span style="font-family: arial, sans-serif;">Os manuscritos submetidos devem ser originais e são avaliados por meio de revisão duplo-cega por pares, garantindo qualidade, rigor e credibilidade acadêmica. Exige-se que ao menos um dos autores possua titulação mínima de mestre ou doutor, reafirmando o compromisso com a excelência científica.</span></span></p> <p dir="ltr" style="line-height: 1.38; margin-left: 14.1732pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"> </p> <p dir="ltr" style="line-height: 1.38; margin-left: 14.1732pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;">A JHEP <strong>não cobra nenhuma taxa</strong> de processamento de artigo, tampouco pelos manuscritos submetidos para avaliação, revisão, publicação, distribuição ou download.</p> <p dir="ltr" style="line-height: 1.38; margin-left: 14.1732pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"> </p> <p dir="ltr" style="line-height: 1.38; margin-left: 14.1732pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;">Periodicidade trimestral.<br /><br /><strong>Título anterior:</strong> Revista da Faculdade Paulo Picanço (ISSN 2764-6289)</p>Faculdade Paulo Picançopt-BRJournal of Health, Education and Practice2764-6289<p>Esta licença permite que outros remixem, ajustem e desenvolvam seu trabalho de forma não comercial, desde que creditem a autoria e licenciem suas novas criações sob os mesmos termos.</p>Avanços tecnológicos na fotopolimerização com LED multiespectral e laser de luz azul: influência nas propriedades mecânicas e ópticas de resinas compostas
https://revista.facpp.edu.br/index.php/rfpp/article/view/164
<p><strong>Objetivo:</strong> realizar uma revisão integrativa da literatura com o objetivo de avaliar a capacidade das unidades fotopolimerizadoras PinkWave (PW) e Monet (MO) na polimerização de materiais resinosos, com foco nos efeitos dessas tecnologias sobre as propriedades mecânicas, estéticas e funcionais das restaurações. <strong>Materiais e métodos:</strong> Foi conduzida uma revisão integrativa da literatura, com busca nas bases de dados PubMed e SciELO. Utilizaram-se os descritores: <em>Monet</em>, <em>Quad wave</em>, <em>Dental Laser</em>, <em>Dental Curing Light</em>, <em>Curing</em> e <em>Resin Based</em>. Foram incluídos estudos <em>in vitro</em>, <em>in situ</em> ou ensaios clínicos, publicados entre 2020 e 2025, redigidos em língua inglesa. Seis artigos foram selecionados para análise qualitativa. <strong>Resultados:</strong> A unidade Monet, utilizada por 1 segundo, apresentou a menor exposição radiante (4,5 J/cm²) e resultou na menor profundidade de cura (DOC) nos compósitos avaliados. Observou-se excelente correlação entre exposição radiante, grau de conversão (DC) e dureza Vickers (VH) na porção inferior dos compósitos. Exposições curtas, de 1 a 3 segundos, promoveram aumentos de temperatura aceitáveis (0,9–1,7 °C). No entanto, o Monet (3 s) e o PinkWave (10 s) foram os que produziram os maiores aumentos de temperatura pulpar em cavidades de Classe I. <strong>Conclusão:</strong> As inovações tecnológicas do PinkWave e do Monet oferecem vantagens quanto à rapidez e profundidade de cura. Contudo, a exposição radiante total mostrou-se mais determinante do que a irradiância isolada para a profundidade de cura e as propriedades mecânicas. Estudos adicionais são necessários para avaliar os efeitos de longo prazo e o desempenho clínico dessas unidades.</p>Samara Menezes SalesFrancisco Vitor Correia da SilvaAlane Élen Andrade EscócioNayara de Oliveira SouzaMadiana Magalhães MoreiraAdyson Herbert Correia AlvesTainah Oliveira Rifane
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2025-12-152025-12-155410.59483/rfpp.v5n4164Comparação das técnicas de moldagem convencional e digital para a confecção de próteses fixas sobre implantes
https://revista.facpp.edu.br/index.php/rfpp/article/view/165
<p><strong>Objetivo:</strong> Este estudo, por meio de uma revisão da literatura, comparou as técnicas de moldagem convencional e digital para a confecção de próteses fixas sobre implantes, considerando o tempo de trabalho, a precisão e a satisfação do paciente. <strong>Materiais e métodos:</strong> A pesquisa bibliográfica foi realizada nas bases de dados PubMed e SciELO, utilizando os descritores (<em>“conventional impression”) </em>AND (<em>“digital impression”) </em>AND (<em>“</em>CAD/CAM<em>” </em>OR<em> “intraoral scanner</em>”) AND “odontologia digital”, com seleção de artigos publicados entre os anos de 2014 e 2025, totalizando 15 estudos. <strong>Resultados:</strong> Em relação ao tempo, a técnica de moldagem digital apresentou menor tempo de cadeira para o paciente e maior agilidade para o profissional. Embora a técnica digital exija um investimento inicial mais elevado, ela tende a minimizar os erros inerentes à técnica convencional. A maioria dos pacientes demonstrou preferência pela moldagem digital, devido ao maior conforto proporcionado. No que se refere à precisão, os estudos analisados indicaram resultados semelhantes entre ambas as técnicas. <strong>Conclusão:</strong> A moldagem digital para confecção de próteses sobre implantes apresentou desempenho clínico satisfatório, com redução do tempo de atendimento e boa aceitação pelos pacientes.</p>Valéria da Penha FreitasLuiza Helena Baesso e MedeirosJackeline Coutinho GuimarãesDaphne Camara BarcellosMarcio Alberto Tavares
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2025-12-152025-12-155410.59483/rfpp.v5n4165Retratamento endodôntico de incisivo inferior com dois canais
https://revista.facpp.edu.br/index.php/rfpp/article/view/170
<p>O sucesso do tratamento endodôntico está diretamente relacionado à ausência de sinais clínicos e radiográficos de infecção, à funcionalidade do dente e à presença de uma restauração coronal adequada. Entretanto, fatores como anatomia complexa, falhas técnicas e presença de microrganismos resistentes podem levar ao insucesso do tratamento, mesmo quando aparentemente bem executado. A persistência de lesões periapicais pode indicar a necessidade de retratamento, principalmente quando há dor, imagem radiolúcida persistente ou sinais de infecção. Dentre os microrganismos frequentemente associados à falha endodôntica, destaca-se a <em>Enterococcus faecalis</em>, devido à sua alta resistência. O presente trabalho tem como objetivo relatar o retratamento endodôntico de um incisivo inferior direito (dente 41) com variação anatômica — presença de dois canais —, condição frequentemente subdiagnosticada que compromete o sucesso terapêutico. A paciente, do sexo feminino, apresentava dor e sensibilidade, e exames radiográficos revelaram uma lesão perirradicular e um possível segundo canal não tratado. O retratamento foi conduzido com técnica adequada de desobturação, exploração anatômica e instrumentação dos dois canais, seguido de nova obturação e selamento coronário. A identificação de variações anatômicas e o uso de recursos diagnósticos auxiliares são fundamentais para o êxito do tratamento endodôntico, destacando a importância do conhecimento morfológico detalhado. </p>Matheus Nunes RochaHamilton Rodrigues TabosaLucas da Silva dos SantosMaria Lucília Sousa Teixeira Mariana Gomes de OliveiraPedro Gustavo Moreira de Azevedo SoaresPedro Lucas Mendes CavalcantiPedro Arthur Vasconcelos Rodriguês SousaFrancisco Nathizael Ribeiro Gonçalves
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2025-12-152025-12-155410.59483/rfpp.v5n4170Erros operatórios de estudantes em preparos para onlays e facetas cerâmicas
https://revista.facpp.edu.br/index.php/rfpp/article/view/171
<p><strong>Objetivo</strong>: Este estudo analisou os erros mais frequentes cometidos por alunos dos semestres avançados do curso de Odontologia durante a realização de preparos para coroas parciais do tipo onlays e facetas cerâmicas. <strong>Materiais e métodos:</strong> Quinze estudantes realizaram preparos em dentes artificiais para onlays e facetas cerâmicas, utilizando manequins odontológicos, e responderam<br>a questionários sobre suas principais dificuldades. Os preparos foram avaliados visualmente e digitalmente, após escaneamento, com base em critérios predefinidos. <strong>Resultados</strong>: Nos preparos para onlays, os erros mais comuns incluíram desgaste insuficiente na parede cervical da caixa proximal e espaço oclusal inadequado para cerâmica, embora a extensão vestíbulo-palatina da caixa oclusal e mésio-distal da caixa proximal apresentassem elevada precisão. O desgaste oclusal foi apontado como a maior dificuldade pelos estudantes.<br>Adicionalmente, observaram-se falhas no término do preparo e no acabamento dos ângulos internos, sendo que alguns alunos demonstraram desconhecimento quanto à relevância de um término adequado. Nos preparos para facetas cerâmicas, os erros mais recorrentes envolveram términos insuficientemente desgastados, falhas na extensão proximal em área de visibilidade dinâmica e<br>términos supra-gengivais inadequados. <strong>Conclusão</strong>: Os estudantes apresentaram dificuldades específicas relacionadas ao desgaste, definição dos términos e acabamento dos preparos, tanto em onlays quanto em facetas cerâmicas. Esses achados ressaltam a necessidade de maior ênfase pedagógica em pontos críticos do preparo, reforçando a importância de estratégias didáticas direcionadas que favoreçam a consolidação das habilidades técnicas e contribuam para uma formação clínica mais segura e precisa.</p>Luiza Altoé Teixeira
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2025-12-152025-12-155410.59483/rfpp.v5n4171A recusa do amparo
https://revista.facpp.edu.br/index.php/rfpp/article/view/166
<p style="margin: 0cm; text-align: justify;"><strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;">Objetivo: </span></strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;">Este artigo busca discutir, sob a perspectiva winnicottiana, os mecanismos psíquicos envolvidos na recusa do amparo, especialmente a negação da necessidade de sustentação emocional. Analisa-se como essa postura pode funcionar como defesa contra a dependência e a frustração, comprometendo, assim, a capacidade de se vulnerabilizar e estabelecer vínculos verdadeiros. <strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">Materiais e métodos: </span></strong>Trata-se de um estudo teórico-clínico que articula contribuições da literatura psicanalítica, com ênfase nas noções de retraimento, desintegração ativa e ilusão de onipotência, comumente observadas em pacientes esquizoides, à análise de uma vinheta clínica. O referencial central apoia-se na obra de D. W. Winnicott, em interlocução com autores contemporâneos. <strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">Resultados: </span></strong>Observa-se que, ao negar a própria necessidade emocional, o indivíduo constrói um território de aparente autonomia que, embora o proteja da dependência objetal, também o isola, impossibilitando o acolhimento afetivo. A defensividade, nesse contexto, evidencia-se como um escudo contra o desamparo, mas resulta em empobrecimento dos laços interpessoais e em sofrimento psíquico crônico. <strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">Conclusão: </span></strong>A recusa do amparo revela-se como um mecanismo de defesa que, ao tentar garantir sobrevivência emocional, acaba por comprometer os laços objetais. Conclui-se, então, que a compreensão dessas defesas pode permitir ao analista sustentar um espaço em que o sujeito, em primeira pessoa, possa se arriscar a depender sem colapsar.</span></p>Filipe Pereira Vieira
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2025-12-152025-12-155410.59483/rfpp.v5n4166A amizade como continuidade de ser na presença do outro
https://revista.facpp.edu.br/index.php/rfpp/article/view/168
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">Este artigo propõe uma reflexão sobre a amizade à luz da teoria do amadurecimento emocional de Donald W. Winnicott, articulando conceitos como espaço potencial, verdadeiro self, capacidade para estar só e preocupação pelo outro. Partindo da constatação de que a amizade ocupa um lugar secundário na teoria psicanalítica clássica – frequentemente associada a formas inibidas de amor na obra de Freud –, busca-se evidenciar sua relevância como realização psíquica complexa e como condição para a saúde mental. A análise se inscreve no contexto da contemporaneidade, marcada por vínculos frágeis, acelerados e regidos pela lógica da performance e da visibilidade, conforme apontam autores como Bauman, Debord e Han. Contrapondo-se à superficialidade dos laços digitais e à cultura do espetáculo, a amizade é concebida, a partir de Winnicott, como um espaço transicional onde o sujeito pode existir com espontaneidade, criatividade e autenticidade na presença do outro. Nessa perspectiva, a amizade não nasce da carência, mas da possibilidade de partilhar o mundo sem abdicar da própria singularidade. Trata-se de um vínculo que implica confiança primária, abertura à alteridade e disposição para a reparação simbólica. Conclui-se que a amizade genuína constitui um dos modos mais elaborados de cuidado e sustentação subjetiva, funcionando como testemunho do self verdadeiro e como resistência ética ao esvaziamento afetivo do tempo presente.</span></p>Samantha Dubugras Sá
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2025-12-152025-12-155410.59483/rfpp.v5n4168